2011-08-21

Diário de luta por justiça, mais justa, inteligente, criativa, eficiente e pragmática, DLJ, GGGA, VJT, NJF, APAV, FMS, AVI, VIAS, J3M

Em Itália, onde conheci a pior justiça do mundo, existem mais de 250.000 advogados e menos de 9.000 magistrados. As condições económicas, psico-sociais e culturais favorecem a existência de muitos grandes advogados, biologicamente superiores, psicologicamente estimulados a desenvolver as suas capacidades ao serviço dos seus clientes, dos que podem pagar melhor, que muitas vezes são os piores mafiosos. 

As condições económicas, psico-sociais e culturais favorecem a existência de poucos "pequenos" magistrados, biologicamente inferiores, psicologicamente estimulados a sobreviver com a menor eficiência, com aquilo que eu chamo IPS=inteligência-pratica-de-sobrevivência. Os melhores magistrados, sobretudo se são honestos, ganham muito menos dos melhores advogados. Se são eficientes contra a pior criminalidade, correm perigo para eles e para a família.

Muitos dos melhores advogados, depois de uma vida a servir quem paga melhor, os piores mafiosos, "descem" em polítca na idade da reforma. Ganham 5 ou 10 vez menos de deputados ou senadores do que a defender os boss mafiosos mas trabalham menos, com mais prestígio e melhor reforma. Alguns convertem-se a trabalghar contra a mafia e fazem, ou pretendem fazer as melhores leis e as melhores reformas da justiça. Outros continuam com a sua civildade-mafiosa-criminal, mais civis com criminosos do que com as sua vítimas.

Os melhores magistrados devem ganhar muito mais dos advogados dos mafiosos, poderem ser descnhecidos dos piores criminosos que julgam, com as novas tecnologias devem poder ver os criminosos sem serem vistos. Só assim podem julgar sem medo do perigo para eles e famílias.

Um magistrado no máximo da carreira ganha 15 vezes menos de Beppe Grillo a chamar casta aos politicos, menos de un jovem que se torna deputado por ser famoso a destruir Genova no G8 ou a mãe de um morto a combater melhores representantes das melhores democracias. Para certa velha anarquia este mundo está mal, é preciso destruí-lo, a começar pelos bancos e obras públicas. Depois de alguns bancos falirem nos USA e outros serem salvos com dinheiro dos contribuintes para evitarem desastres mundiais piores, os políticos famoso pela destruição dos bancos perdem prestígio e deixam a política, mas continuam a ganhar pagos pelos contribuintes. Uma justiça que não condenou os vândalos a pagar a destruição no Global Forum de Napoli, no G8 de Genova ou nas manifestações contra polícia e governo, condana contribuintes a pagarem para ter menos segurança contra a criminalidade. Agressões de polícias contra manifestantes são mais punidas de agressões idênticas de criminosos contra a polícia. Em 10 anos de processos ao G8 de Genova senti magistrados que queriam condenações de mais de 100 anos para os polícias que em 3 dias trabalhavam 12 horas em perigo de vida. Lógico que qualquer ser humano nestas condições pode cometer erros. Mas a prisão para estes polícias sem uma condenação aos vãndalos é um presente à criminalidade e uima injustiça para contribuintes. Uma justiça que condenasse os vândalos de Nápoles evitava os vândalos de Génova e de outras cidades com custos astronómicos para contribuintes. Mas os vândalos são populares e votados de certo povo, herois de certa informação e certa opinião publica. Imagino que Indymedia e certa informação condicionou prioridades da justiça para aumentar injustiça aos contribuintes e benefíco da criminalidade. Uma justiça com 95% de processos em prescrição podia ter prioridade ao interesse geral, em fazer pagar danos sociais a quem os causa, indemnizar as vítimas da parte dos responsáveis sempre que possível, não perder tempo pago dos contribuintes com o que aumenta a injustiça.  

(Comecei às 3.33 a escrever e agora são 6.33. Temo escrever o que ninhguém quer ler. Mas eu tenho a certezza que a justiça pode e deve evoluir para se transformar em motor de uma revolução moral, económica e social).