2012-06-13

Arte, Ecologia, Lixo, ArtEcLixo, loucura, Mário Soares, ONU ou NEO-ONU, (S6M, GGGA)


Parece que as últimas palavras de Nero foram: “Que grande artista se perde com a minha morte”. Há quem o considere um louco criminoso que deitou fogo a Roma para se divertir, fazer arte ou qualquer banalidade. E há quem diga foi um grande político e que essas acusações não passam de lendas inventadas pelos inimigos. De Berlusconi, Reagan, Humberto Delgado ou Mário Soares também constam muitas verdades e mentiras nas crenças populares. Imagino que naquele tempo as lendas ao gosto popular tivessem mais facilidade de ficar na história de certas verdades impopulares.

Enquanto visitava o museu da Guarda pensei nas minhas criações que estão em perigo de ir para o lixo e desaparecer para sempre. Para mi há mais arte no meu “lixo” de muito do que vejo em museus e exposições. Poucas noções são mais relativas do que a arte e seu valor. A arte está sempre em relação com emoções individuais ou coletivas. Muitos dos chamados grandes artistas da História eram desconhecidos no seu tempo, considerados menores ou mesmo renegados.
Sonho colaborar com artistas para obras coletivas de NEO-arte, NEO-surrealismo, arte ao serviço de mensagens de ética para uma melhor convivência global ao mesmo tempo que diverte e estimula a criatividade e inteligência.

No escritório do advogado vi a fotografia de Mário Soares na capa da revista OA, Ordem dos Advogados. Li o seu empenho em defesa de Humberto Delgado. Imaginei que se empenhava moralmente e politicamente pelo meu caso do GGGA=ADVOGADO-LADRÃO-MAFIOSO=Grande Advogado, Grande Ladrão e Grande Mafioso. O meu advogado mostrou-me os papeis das diligências judiciais para o encontrar. Pode estar a exercer a profissão de advogado em qualquer parte do país ou no estrangeiro sem dar a morada? Sem poder ser notificado de uma condenação a prisão e pagar-me ao menos o que me roubou?

Imagino que o Dr. Mário Soares se interessava por uma reforma da justiça com a prioridade a métodos lógicos e eficiente para condenar estes ladrões a indemnizar as vítimas pelos danos mais os custos da justiça.

Imagino que a ONU ou uma NEO-ONU salvava milhões de vítimas com uma melhor justiça.

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